Gustavo Marsengo estaria envolvido em agressão contra Luciano Hang

Os participantes da famosa “Casa de Vidro”, Gustavo Marsengo e Larissa Tomásia foram revelados por Tadeu Schmidt neta ultima sexta-feira. Com pressão do público e dos patrocinadores cobrando por mais agitação na casa mais vigiada do país, Boninho, diretor da atração, decidiu de última hora trazer de volta a famosa dinâmica.

Os dois novos participantes passarão por uma votação popular, que decidirá se entrarão ou não no reality global. O resultado da dinâmica sairá antes da quarta formação do paredão no domingo (13). De acordo com Ana Furtado, esposa de Boninho, os novos participantes não conseguirão ver a festa de sexta-feira. A estrutura será coberta para a festividade. Gustavo e Larissa, caso sejam aprovados pelo público, entrarão com vantagem em relação ao resto do elenco, por saberem de informações externas. Os dois entrarão na Casa de Vidro com sete dias de confinamento e para a segurança de todos, vacinados contra Covid-19.

Com o anúncio dos novos participantes, surgiu uma dúvida em relação a Gustavo Marsengo. Muitos internautas questionaram se o advogado seria a mesma pessoa que agrediu Luciano Hang, proprietário da Havan, com um copo de cerveja, devido a detalhes semelhantes ao agressor. O caso ganhou notoriedade no final do ano passado. Na ocasião, o proprietário da Havan interagia com torcedores na Arena da Baixada, em Curitiba, na final da Copa do Brasil. Na situação, Luciano Hang foi atingido por um copo de cerveja arremessado por um torcedor do Paraná que atuava como advogado, assim como o novo integrante do “BBB 22”.

Hang, se pronunciou através de suas redes sociais, “O mal não pode prevalecer, jamais podemos aceitar qualquer forma de violência, ainda mais como forma de inibir pensamentos diferentes”, disse. O empresário organizou uma transmissão ao vivo para anunciar a identidade do autor do ataque. Na verdade, o responsável pelo ato foi reconhecido como Eduardo Alves, não como Gustavo Marsengo, novo integrante da “Casa de Vidro”. Devido a toda repercussão, o agressor foi demitido do escritório em que atuava. O escritório em questão divulgou uma nota de repúdio declarando que não tolera atos de violência.

Eduardo Alves se defendeu em suas redes sociais e disse que seu ato foi uma escolha pessoal. ”A motivação do meu ato, naquela noite, foi por, assim como milhões de brasileiros, estar presenciando as diversas barbaridades promovidas pelo atual Governo Federal, que possuí notória proximidade com o empresário objeto dessa nota”, afirmou. Na nota, o advogado pede a compreensão e diz que seu ato não foi relacionado com o time para qual torce ou com o partido ao qual é filiado, e sim pelas atitudes do empresário referente ao Covid-19.

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