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Entrevistas

Entrevista: Samantha Machado estreia álbum “MVLTIFVCETVDV EM LVPIDVCVO CONSTVNTE”

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Samantha Machado é o novo nome da constante evolução da música preta brasileira. “MVLTIFVCETVDV EM LVPIDVCVO CONSTVNTE”, sigla para “Multifacetada em Lapidação Constante”, seu disco de estreia que desembarca esta semana nas lojas e plataformas de streaming, o qual reúne o que existe de  mais contemporâneo no soul, no hip hop e no eletrônico, mas com a preocupação de  manter uma identidade nacional.

O Pop Cyber teve a oportunidade de bater um papo com Samantha, e a entrevista você pode ler na integra:

Como está a expectativa para o lançamento do novo álbum “Multifacetada em Lapidação Constante”?

Grande! Estamos trabalhando há muito tempo nesse projeto e agora é a hora de mostrar pro mundo. Haja coração!

O nome do álbum possui um nome excêntrico e extenso, sintetizando uma autodescrição, certo? Como foi essa escolha? Como surgiu a ideia da nomeação deste novo álbum?

Essa ideia surgiu desde há muito tempo, na época do site Orkut, quando me vi num dilema para escrever a minha autodescrição na aba “quem sou eu”. Eu me lembro de ter ficado alguns dias pensando até chegar na síntese perfeita. Hoje, não consigo pensar em nada mais condizente com o que eu sou, e com o meu disco. A substituição das vogais por consoantes foi pra trazer um ar de mais “vintage”, remeter ao latim.

São 15 músicas neste novo álbum. Em geral, como foi o processo de desenvolvimento delas? Como foram as composições?

Cada música descreve um aprendizado diferente nos últimos 12 meses, trazendo à tona questões de amor, determinação e autoconsciência. É uma poesia fiel à tudo que se passou aqui dentro e uma sinopse do que eu pude absorver de cada uma.

Quanto aos feats presentes no “Multifacetada em Lapidação Constante”, como foram essas parcerias e convites?

Priorizei parcerias que estivessem abertas à trocas e vivenciais reais, nada de “apenas business”, e isso foi um detalhe que trouxe a diferença no resultado final. O público sente muito isso da entrega. E eu fiz questão de manter esse sentimento vivido até no último retoque.

Você já passou por momentos muitos difíceis na sua vida pessoal, os quais foram inspirações para grandes sucessos seus, como “Aprisionada”. Nesse novo álbum, você traz novamente essas situações vividas para as músicas também?

Com certeza. As faixas “Não Fiz Por Mal” e “Cigana” são as mais densas na minha opinião. A primeira, traz um questionamento sobre a própria capacidade de realização do que se propõe a fazer, e a segunda, a dor de uma saudade e o peso de cada escolha.

Você consegue definir o novo álbum em apenas 3 palavras?

Multifacetada em Lapidação Constante! (Risos)

Qual mensagem busca passar com sua música?
A de que precisamos nos manter sempre abertos para as trocas e vivências que a vida oferece! Não basta ter olhos pra ver, nem ouvidos pra ouvir. Tem que enxergar e escutar com o coração, e ser leal às suas verdades!
O público pode esperar por videoclipes das novas faixas? Como estão os planos futuros?
Certamente! Acredito que teremos as faixas “Controle” e “Instagram” como próximos alvos.
Gostaria de deixar uma mensagem para quem for ler essa entrevista e para aqueles que estão acompanhando o seu trabalho e lançamentos?
Gostaria de dizer que agora é um bom momento pra gente plantar as sementes dos nossos sonhos e aprender uns com os outros, sempre compreendendo as situações da vida como sendo mais uma oportunidade de aprendizado e evolução pessoal. Sou muito grata à todos os que apoiam a propagação das minhas mensagens, porque meu pensamento é sempre “macro”, e meu objetivo é atingir todas as galáxias.
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