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Música

Zezé Di Camargo brinda o lançamento de “Vou ter que tomar uma”

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(Foto: Divulgação)

“Rústico” é o mais do que o título do projeto solo de Zezé Di Camargo. É o estilo que traduz o estilo de vida que o cantor e compositor escolheu para viver desde que começou a pandemia. Assim ele tem passado os seus dias em contato com o que mais ama: a natureza, o violão, a música e a família.

A volta às origens, como ele mesmo define, se traduz no lançamento de “Vou ter que tomar uma”, primeira canção do áudio visual captado em Goiânia no mês de junho e que ganha todas as plataformas nesta sexta, dia 20 de agosto.

Com direção de Anselmo Troncoso, produção musical de Felipe Duran, supervisão geral de Emmanoel Camargo e artística com assinatura de Rafael Vannucci, “Rústico” foi registrado na Villa Cavalcare, uma charmosa casa de eventos na capital de Goiás. Para estrear o projeto, “Vou ter de Tomar uma” (Danimar/Victor Gregório/Marco Aurélio) traz o título sugestivo para quem quer brindar a realização de um sonho:

Por conta do isolamento social, provocado pela pandemia, eu me instalei na minha fazenda em Araguapaz (GO), onde criei e desenvolvi ‘Rústico, que resgata ainda mais a minha essência de homem do campo, do amante das rimas e das noites enluaradas. Eu não só declamei, como até profetizei em um poema que escrevi há alguns anos: ‘Nasci numa casa branca, fincada num pé de serra, onde canta os passarinhos e é mais bela a primavera. Sou da terra onde o mato fica verde o ano inteiro, sou do estado que pulsa o coração do brasileiro… Sou menino viajante em busca de algo mais, mas um dia eu volto e planto os meus sonhos em Goiás’. No fundo é isso: com a ausência dos shows, voltei às origens, levei a minha mulher e os meus pais para a fazenda. Lá, dia a dia, crescia a vontade de produzir algo com o meu jeito de ser. É bem assim: plantar os sonhos na minha terra”, afirma Zezé Di Camargo.

O sonho que se torna real nesta sexta será traduzido em um produto audiovisual com EP apresentando cinco faixas e também clipes, que estarão nas plataformas digitais, no canal do artista no Youtube e em todas as rádios do Brasil.

A começar por “Vou ter que tomar uma” pode-se esperar muita moda de viola para quem tão bem entende do público de sertanejo e que soma 30 anos de brilhante carreira ao lado do irmão Luciano.

Por isso, ele já avisa de antemão que esse trabalho solo não significa uma separação do mano, mas, sim, um projeto pessoal pelo qual vem se empenhando há bastante tempo. Todos os detalhes foram milimetricamente pensados e focados na concepção do projeto, por isso a gravação em uma casa temática. No repertório a assinatura de grandes compositores do gênero.

Jornalista, 23 anos, produtor de conteúdo, trabalho com marketing digital na indústria fonográfica. E-mail: [email protected]

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