Taylor Swift lança “Miss Americana”, documentário para a Netflix

Após muitas expectativas com um trailer pra lá de eletrizante, está disponível pela Netflix a mais nova superprodução de Taylor Swift, seu documentário “Miss Americana”.

Com uma hora e vinte e cinco minutos de duração, o especial da intérprete norte-americana nos conta um pouco mais sobre sua vida pessoal e seu forte envolvimento com atividades políticas nos últimos anos. Além disso, é possível ver toda a loucura dos bastidores da “reputation stadium tour”, que rodou o mundo com os sucessos da cantora.

Em uma carreira perfeitamente consolidada, Taylor Swift nunca se envolveu em grandes polêmicas que pudessem, de fato, acabar com a sua imagem.

Em seu documentário, “Miss Americana”, disponível na Netflix, assistimos uma intérprete com objetivos extremamente bem planejados e, por sua vez, comandados pela própria. A decisão de Swift de nunca falar sobre política foi algo que ela e sua família decidiram em conjunto.

Taylor Swift conta que, ainda com uma foto do momento e com sete testemunhas, deve que passar por um processo muito humilhante para provar a veracidade dos fatos, isso fez com que o sentimento pela luta de igualdade se aflorasse cada vez mais.

“Existimos nesta sociedade em que artista mulheres são descartas num cemitério quando fazem 35 anos. As artistas mulheres que conheço se reinventaram 20 vezes mais que os homens. São obrigadas. Ou perdem o emprego.”

Outro fator que contribuiu para que a intérprete nunca se posicionasse publicamente sobre política era a incansável pressão da mídia em tudo. O documentário cita com detalhes o triste caso vivido pelas Dixie Chicks, famoso grupo norte-americano country, que teve sua carreira devastada após, simplesmente, se posicionar.

Finalmente, a voz de “Lover” se posiciona nas eleições de seu estado, infelizmente, sem vitória para o partido representado. O ato, polêmico na época, rendeu até comentários do presidente Donald Trump, que disse gostar “menos 25% do trabalho da artista”.

Taylor Swift também conta um pouco mais sobre o terror vivido com Kanye West no VMA 2009, onde o rapper norte-americano tomou o microfone da intérprete, que discursava por ter ganhado a categoria de “Videoclipe do Ano”.

A jovem, que estava no começo de sua carreira, conta que o principal meio para “esquecer” de sua baixo autoestima eram os aplausos; ela conta que foi treinada para agradecerem sempre que houvesse algum elogio para sua música, composição e, no geral, para seu trabalho.

Swift revela que, no momento do incidente, não sabia quem a audiência estava vaiando, ela ou Kanye West. No momento, ela não conseguiu se dar conta da proporção do que estava acontecendo, chegando até mesmo a imaginar que os presentes ali concordavam com a atitude do rapper.

Para seu documentário, popstar também nos presenteou com a faixa “Only The Young”, seu grito político para os jovens de todo mundo.

Lana Wilson é a grande responsável pela produção do documentário, que conta com a assinatura da Netflix e Tremolo Productions.

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Gustavo Neves

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