Fresno explora dubstep em VTQMV RMXS 02, segundo compilado de remixes do álbum Vou Ter que Me Virar

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Fresno (da esq. para dir.: Vavo, Lucas e Guerra) Créditos: Camila Cornelsen

A vontade de ver suas composições ganhando desdobramentos pouco convencionais é o que motiva a Fresno a entregar mais um compilado de remixes do álbum Vou Ter Que Me Virar, lançado em novembro de 2021. Partindo da simples pergunta: “como ficaria nossa música desse jeito?”, Lucas Silveira (vocal e guitarra), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria) apresentam um volume que leva a banda, com raízes no rock, ao universo do dubstep. O VTQMV RMXS 02 chega hoje, 5 de agosto, às plataformas de streaming (ouça aqui) e listas remixes de “Casa Assombrada” e “Essa Coisa (Acorda – Trabalha – Repete – Mantém)”.

“Casa Assombrada” abre o EP e traz CHEDIAK como produtor — ele, inclusive, já participou de outro single da banda, a “INV001: 12 WORDS 30000 STONES”, presente em INVentário. “Ao analisar o andamento da música, percebemos que poderíamos adaptá-la para um drum and bass, que foi um gênero muito popular no começo dos anos 2000. O cara certo para fazer isso só poderia ser o CHEDIAK, pois é um dos maiores estudiosos desse ritmo na atualidade. Foi ótimo tê-lo novamente num projeto nosso”, afirma Lucas.

Na sequência, entra o remix de “Essa Coisa (Acorda – Trabalha – Repete – Mantém)”, feito pelo carioca Carlos do Complexo. “Ele fez um dos discos que eu mais ouvi nesse ano. O Carlos faz uma música eletrônica de vanguarda, suas produções soam brasileiras e universais ao mesmo tempo”, explica o vocalista sobre a escolha do produtor. “A primeira vez que eu ouvi, já tinha ficado com o ‘acorda, trabalha, repete, mantém’ na cabeça. Então, no processo de criação, decidi deixar isso em evidência, como foi minha experiência”, explica Carlos, que completa: “ela é um ‘2-Step’, um subgênero do UK Garage (estilo que compõe o Dubstep), esse ritmo me faz querer andar mais compassado e mais rápido, acho que era o que fazia mais sentido dentro da temática, contrastando com alguns momentos mais melancólicos”.

Essas canções não fazem parte do setlist oficial da Fresno, mas estão presentes no DJ Set das after parties que a banda organiza depois de alguns shows. “Acho que vai se formando um universo em torno do disco. Os remixes aumentam o espectro do que Fresno faz e representa, isso agrega mais pessoas e traz peso para o projeto”, finaliza Lucas.

A Fresno segue na turnê Vou Ter Que Me Virar e entre as próximas datas confirmadas estão: 6 de agosto, Ribeirão Preto (ingressos aqui); 12 de agosto; Natal (ingressos aqui); 13 de agosto, Recife (ingressos aqui); 14 de agosto, Fortaleza (ingressos aqui); 21 de agosto, Rio de Janeiro (ingressos aqui); 26 de agosto, Tubarão (ingressos aqui) e 27 de agosto, Jaraguá do Sul (ingressos aqui).

Written by Gustavo Neves

Além de gerenciar o conteúdo do portal, trabalho com marketing digital na indústria fonográfica com serviços prestados à gravadoras e grandes artistas.

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