A morte de Serge Gainsbourg foi um momento marcante em sua vida. Com apenas 10 anos, Jean-Christophe já se interessava pelas canções do artista.
Com uma rápida formação musical e um forte interesse pela escrita, ele gostava de contar histórias na adolescência. Descobriu artistas como Hubert-Félix Thiéfaine, Bashung, Renaud e AC/DC, aprofundando ainda mais seu conhecimento sobre Gainsbourg.
Em 2002, começou a concretizar sua paixão pela escrita e redigiu seus primeiros textos. Foi quando surgiu um esboço de Ballade souterraine, mas o texto parecia difícil de adaptar à música. Na época, ele considerava as exigências da composição musical muito complexas.
Um estágio o levou a descobrir uma câmera fotográfica capaz de gravar vídeos curtos de 15 segundos. Esse foi um ponto de virada, pois despertou seu interesse pela filmagem e edição de vídeos. Dois anos depois, ele adquiriu sua primeira filmadora e começou a produzir videoclipes.
Conforme aprimorava suas produções, percebeu que não queria apenas filmar músicas de outros artistas. Começou então a realizar curtas-metragens e paródias.
Em fevereiro de 2010, finalmente gravou Ballade souterraine. Seu desejo de compor música de forma independente evoluiu para colaborações com músicos, resultando em composições ricas e variadas.
“Réalité augmentée” – O primeiro álbum
Desde 2012, Jean-Christophe dedica seu tempo livre à composição e escrita de músicas em colaboração com outros músicos. Em três anos, registrou 13 canções na SACEM (Sociedade de Autores, Compositores e Editores de Música).
O projeto avançou rapidamente, e em 2015 as gravações de estúdio foram concluídas. Assim, nasceu seu primeiro álbum, Réalité augmentée!
Com temas como amor, passagem do tempo, melancolia, arte, ficção e fantasia, o álbum apresenta letras refinadas e melodias variadas. Está disponível em CD e nas principais plataformas digitais, como Deezer, Spotify e Apple Music.
“L’Aube” – O segundo álbum
Em 2017, iniciou o projeto de um novo álbum.
Doze novas canções foram gravadas em março de 2020 e deram origem ao álbum L’Aube.
As letras, poéticas e envolventes, abordam temas como amor, sensualidade, sonhos e um universo fantástico. Também refletem sobre questões de transmissão cultural, relações entre homens e mulheres e a observação do mundo contemporâneo.
As músicas possuem arranjos pop vibrantes, com vocais marcantes e uma instrumentação rica.
Todas as letras foram escritas por Jean-Christophe, enquanto as melodias foram compostas por Centala e Stéphane Cadoret (do grupo Cent Z’escales).
As gravações vocais, mixagem e masterização foram feitas no estúdio de Damien Tillaut, no norte da França.
O álbum L’Aube está disponível em CD e nas plataformas digitais, como Deezer, Spotify, Apple Music e Amazon.
Projeto em andamento – Um novo single!
Inspirado por uma canção de Mickey 3D, Jean-Christophe decidiu escrever sobre as primeiras noites de festa, olhares, emoções e a passagem do tempo.
Esse retorno à escrita veio acompanhado de uma nova colaboração musical com Jak (da banda Maracujah). O resultado foi um single gravado em estúdio e um videoclipe programado para 2024!
Além deste lançamento, outros singles e um álbum conceitual estão em desenvolvimento. O futuro da música ainda está por ser escrito!
