Com a segunda edição do maior festival de música e arte de São Paulo se aproximando, o público do The Town já pode começar a se preparar para aproveitar cada segundo do festival com tranquilidade. Para quem for presencialmente à Cidade da Música, é importante estar atento ao que pode ser levado para o Autódromo de Interlagos: mochilas e bolsas estão liberadas para carregar itens indispensáveis, como protetor solar (não em spray), óculos escuros e boné para o dia, um agasalho para o entardecer e, em caso de chuva, a melhor forma de se proteger é com uma capa, já que os guarda-chuvas não serão permitidos.
Saiba o que pode e não pode levar para o The Town
Na Cidade da Música, os fãs terão muitas opções de gastronomia espalhadas pelo gramado e na Market Square, que tem um menu exclusivo assinado pelo renomado chef Henrique Fogaça. Aos que optarem por levar o próprio lanche, não será permitido o acesso com alimentos que representem intuito de comercialização ou que possam representar riscos à segurança. No entanto, será considerado um limite de até 05 (cinco) itens por pessoa, dando-se preferência a: alimentos industrializados devidamente lacrados (exemplos: biscoitos, torradas, barras de cereal etc.); frutas cortadas e acondicionadas em embalagem transparente e não rígida, do tipo “Zip Lock”; e sanduiches acondicionados em embalagem transparente e não rígida, do tipo “Zip Lock”. Qualquer quantidade que exceder este limite poderá ser descartada na entrada do evento.
O acesso com garrafa plástica de até 500 ml, com tampa e contendo água, também está permitido. A organização informa que haverá, à disposição do público, bebedouros com água potável instalados na Cidade da Música. Serão cinco ilhas de hidratação, cada uma com dois containers e 28 pontos de água, somando 140 pontos em toda a Cidade da Música. Também será permitida a entrada no evento com garrafas plásticas de até 500ml contendo água.
Atenção: O que não pode entrar no The Town
Considerando a segurança dos consumidores, não é permitida a entrada de objetos que possam ser considerados perigosos, tais como:
- garrafas de vidro ou de metal independentemente da capacidade;
- garrafas com embalagem superior a 500ml;
- embalagens rígidas e com tampa (exemplo: potes de plásticos do tipo “tupperware”);
- copos térmicos, de vidro ou metal;
- latas;
- capacetes;
- armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo (facas, soco inglês, canivetes, etc);
- brinquedos/réplicas que possam ser identificados erroneamente como armas;
- barracas, bancos, cadeiras, correntes, cordas e lanternas;
- guarda-chuvas;
- objetos pontiagudos;
- objetos perfurantes ou cortantes (tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha, saca-rolhas);
- fogos de artificio, dispositivos explosivos, sinalizadores e aparatos incendiários de qualquer espécie;
- objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos, inclusive desodorantes de qualquer tipo, pasta ou escova de dente);
- Substâncias inflamáveis e/ou corrosivas;
- sprays;
- máquinas de incapacitação neuromuscular (tasers);
- ponteiros de laser, luzes estroboscópicas ou outros dispositivos emissores de luz;
- bebidas (em qualquer tipo de recipiente), exceto água;
- skate, bicicleta ou qualquer tipo de veículo motorizado ou não;
- isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio para armazenagem;
- bastão de selfie (extensor para tirar autorretrato);
- câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável;
- objetos profissionais para captura de imagem e som, como, por exemplo: máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável), equipamentos de filmagem profissionais, drones ou outros objetos voadores;
- itens que possam ser utilizados para marketing de emboscada;
- substâncias venenosas e/ou tóxicas, incluindo drogas ilegais;
- bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com divulgações comerciais ou ainda com referências a causas discriminatórias, ofensivas, homofóbicas, racistas ou xenófobas;
- drones, também denominados VANT (veículo aéreo não tripulado), RPA (Remotely-Piloted Aircraft), Aeronave Remotamente Pilotada, e equipamentos similares.
- buzinas de ar comprimido;
- megafones, computadores portáteis, tablets, powerbank de dimensões superiores a um aparelho celular;
- tintas, corantes e outros produtos relacionados;
- bolsas/malas/mochilas (com ou sem alça) de grandes dimensões;
- qualquer item que represente intuito de comercialização ou que possa representar riscos à segurança do evento.
Outras informações podem ser consultadas diretamente no site do The Town: Link
Venda geral de ingressos está disponível no site da Ticketmaster Brasil
A venda geral de ingressos do The Town acontece exclusivamente online, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil (thetown.ticketmaster.com.br).
O ingresso custa R$ 975,00 a inteira e R$ 487,50 a meia–entrada e não há cobrança de taxa de conveniência. Haverá checagem de documento que comprove o benefício de meia–entrada nas entradas do festival. Em caso de não comprovação, o usuário do ingresso poderá complementar o pagamento do ingresso ou card em seu valor integral nos pontos de atendimento para meia–entrada (SAC meia–entrada). Os grupos que têm direito ao benefício são: maiores de 60 anos; estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular; jovens pertencentes a famílias de Baixa Renda (com idades de 15 a 29 anos); pessoas com deficiência (e um acompanhante); professores das Redes Públicas Estadual e Municipais de Ensino de São Paulo; e aposentados.
Sobre o The Town
A primeira edição do The Town, festival dos mesmos criadores do Rock in Rio, aconteceu em setembro de 2023 e entrou para a história e para a agenda oficial dos eventos paulistanos! Para 2025, nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro o espetáculo promete ser ainda maior. Sendo considerado o maior festival de música, cultura e arte de São Paulo, o The Town é realizado na Cidade da Música, em uma área de 360 mil m² do Autódromo de Interlagos, totalmente renovada para a melhor experiência do público.
Na primeira edição, foram meio milhão de pessoas em cinco dias, 220 ativações, 125 shows, nove ambientes, seis palcos, um musical, 235 horas de experiência e uma semelhança inacreditável com a primeira edição do Rock in Rio, lá em 1985. Nomes da música nacional e internacional se apresentaram nos palcos do festival, como Post Malone, Bruno Mars, Maroon 5 e Foo Fighters. Neste ano, Travis Scott, Green Day, Backstreet Boys, Mariah Carey e Katy Perry são os headliners do Skyline.
A cenografia da Cidade da Música foi cuidadosamente projetada para refletir a rica cultura e arquitetura de São Paulo. O palco Skyline, inspirado nos icônicos prédios da cidade, recebe artistas do mundo inteiro, compondo as quatro atrações do dia. Já o The One, com um cenário inspirado nos museus de arte da capital, vai promover grandes encontros e reflexões artísticas. A São Paulo Square veio inspirada na região em que a cidade de São Paulo foi fundada, em prédios históricos com arquiteturas icônicas de São Paulo, enquanto o Factory traz um toque industrial, inspirado em antigos galpões, proporcionando um ambiente único para as apresentações. No palco Quebrada, espaço totalmente novo no festival, o público vai celebrar a autenticidade das periferias brasileiras. Outra novidade deste ano é a The Tower Experience, que vai levar a plateia em uma viagem pela história do dragão Drahan, embalada por muita música e efeitos especiais.
O The Town também se destacou em 2023 pelo compromisso com a sustentabilidade, orientado pelos pilares de Sonhar e Fazer Acontecer da plataforma “Por Um Mundo Melhor”, que nasceu a partir do Rock in Rio e, hoje, é uma área consistente dentro da Rock World. The Town foi pioneiro na utilização de 472 mil copos reutilizáveis durante os cinco dias de evento, evitando a geração de 10 toneladas de resíduos. Em parceria com a ONG Gerando Falcões, a Gerdau e a Fundação Grupo Volkswagen, o The Town lançou o projeto Favela 3D, voltado para o desenvolvimento social da Favela do Haiti, em São Paulo. Por meio de uma metodologia escalável e sustentável, 290 famílias estão sendo impactadas por ações que promovem o fortalecimento comunitário, empregabilidade, empreendedorismo, capacitações profissionais e acompanhamento individualizado, ao longo de dois anos. Ao completar um ano, a Favela do Haiti celebrou o pleno emprego.
A primeira edição do The Town teve um impacto econômico significativo, gerando R$ 1,9 bilhão para a cidade e criando mais de 23,4 mil empregos. Com uma comunicação que atingiu 145 milhões de pessoas e provocou 2,21 milhões de conversas nas redes sociais, The Town se consolidou no calendário cultural e econômico do país.
