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Sergiopí lança a catártica “Samba Hostil”

Segunda amostra de uma trilogia de singles iniciada com “Sons de Ressaca”

Sergiopi POP CYBER
Crédito: Luan Lopez

Conhecido por subverter ideias e sonoridades, Sergiopí divulga nesta sexta-feira (8) a catártica “Samba Hostil”, segunda amostra de uma trilogia de singles autorais iniciada com a atmosférica “Sons de Ressaca”, lançada em 27 de outubro. O cantor e compositor carioca acessa memórias ruidosas sobre a história de um ex-amor na nova safra de músicas.

Composta e produzida por Sergiopí (voz, vocais, microKORG) e Marco Bombom (baixo elétrico, synth bass, percussão), “Samba Hostil” traz uma fusão orgânica de gêneros como trip hop, soul e samba, que convergem entre si e equalizam o inventivo arranjo de base com os vocais do artista, ouvidos em sobreposições harmônicas que remetem ao R&B dos anos 1990. O registro também traz participação do músico Diogo Macedo (bateria, percussão).

Sergiopí, que já ‘havia morrido de amor pra existir’ no segundo álbum, “Auradelic” (2020), dessa vez ressurge mais assertivo e menos vulnerável. A letra apresenta uma linguagem informal, cuja função conativa permanece em todas as estrofes – com destaque para a repetição proposital do verbo “Levar” no imperativo, que funciona como um grito de liberdade –, enquanto a função emotiva se destaca nos refrãos, momento em que harmonia e melodia são alteradas.

Sons de Ressaca”, primeiro single da trilogia, é uma coautoria de Sergiopí com Marcelo Frota (MOMO.), músico baseado em Londres conhecido por suas experimentações musicalmente refinadas. Cheio de nuances e sutilezas, o registro produzido por Sergiopí (Voz, Vocais, Korg Prologue 8, Prophet-5) e Hiroshi Mizutani (Korg Polysix, Roland TR-06, Moog One) emula uma sonoridade oitentista ao ecoar trilha sonora dBlade Runnermas sempre através de lentes delicadamente contemporâneas. Alex Gaspar tocou violão de aço.

Ambas as faixas foram mixadas e masterizadas por Diogo Macedo e Carlos Freitas, respectivamente. As vozes foram captadas por Tuta Macedo, no EmeStudio.

Elogiado pela mídia especializada – a revista Rolling Stone disse que “suas músicas são envolventes e que parecem ficção científica, algo de Dark (série da Netflix)” – o artista já lançou dois discos autorais, ‘Auradelic’ (2020) e ‘Meu Pop é Black Power’ (2015), e um de releituras, ‘Praeteritum’ (2022). Sergiopí já colaborou também com nomes como Banda Tereza, Kassin, Denitia, Wado e Patricia Marx.

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