Primeiro álbum de Márcio Moreira tem parceria com Menescal e Sullivan

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Créditos: Ale Barreque

Cercado de estrelas de primeira grandeza, Márcio Moreira debuta no disco com álbum que traz parceria inédita com Michael Sullivan, além de Roberto Menescal, Lia Sophia, Laila Garin e Renato Torres.

Com lançamento marcado para o dia 11 de novembro em todos os aplicativos de música, REpartir, primeiro álbum de carreira do cantor e compositor paraense Márcio Moreira, vem acompanhado de videoclipes e ótimas histórias. “Escrevi ‘As Cores das Flores’ para o Menescal, quando descobri que ele cultivava bromélias”, revela o artista que antecipou essa faixa ao álbum, que hoje já conta com mais de 600 mil plays só no spotify.

Outra parceria muito interessante que REpartir apresenta é a faixa Vá Idade, com o hitmaker Michael Sullivan. “Nos aproximamos muito em 2015 e, em poucos dias, já tínhamos composto três canções. Não é atoa que Sullivan é o maior compositor do Brasil.. incrível a facilidade que esse cara tem de construir canções e com potência incontestável de falar com a massa”, conta Moreira.

Lia Sophia aparece reluzente na faixa Te Quis de Cara, que reitera a alma amazônida do projeto, sem perder a comunicação universal, através das guitarras do produtor musical do disco Luiz Lopez. “Queria que REpartir tivesse um aroma paraense, mas não fosse um disco regional, por isso convidei um carioca apaixonado pelos ritmos da minha terra para para construir essa obra. É música brasileira, mas com sotaque bem evidente do Pará”, comenta.

Márcio explica, ainda que, apesar da voz deslumbrante de Laila Garin, sua participação em REpartir vem como atriz na faixa O que é pra ser, que encerra o álbum. “Laila é metade baiana, metade francesa e é tão maravilhosa cantora, quanto é atriz… então resolvi pedir a bênção dela em francês recitando a passagem do filho pródigo na última faixa do disco, como forma de iluminar os caminhos que me serão apresentados depois do lançamento deste disco”, completa.

Composto de 10 faixas, sendo 9 autorais a única exceção do álbum é a faixa “O Próprio Pão”, do compositor Gabriel Andrade que, de acordo com Márcio, não é uma composição sua por mero acaso. “Brinco que essa canção não é minha, mas diz tudo o que diria, então precisei irmanar com as canções que escrevi neste projeto para poder me apropriar um pouco dessa poesia tão contundente”, diz.

REpartir é o primeiro álbum de um artista que levou algum tempo para se assumir nessa posição dentro da música. Trata-se de uma nova partida em busca da arte que um dia já lhe tinha sido tão presente. É ao mesmo tempo o compartilhar poético de tudo o que viveu, viu e sentiu ao longo desses anos. “Trago Renato Torres para a faixa título, que não a toa abre o projeto, porque ele é a personificação do que a música significa pra mim. Artista raro e completo, foi o primeiro a validar meu canto. Ao lado de Dionelpho Junior, outro grande mestre nas artes, me ensinaram a poesia e me alimentaram com ela, por isso, além da parceria, que Renato assina comigo, seu canto, tão essencial na minha formação, também se manifesta”, finaliza.

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