Após lançar seu álbum de estreia, “Gabriela” em abril deste ano, a cantora e compositora Rudha apresenta “Gabriela: Bataclan”, um novo capítulo do projeto que amplia sua narrativa com três faixas inéditas: “Na Sua Cara”, “Bataclan” e “Movimento”. As novas faixas que serão lançadas dia 16 de julho, aprofunda o universo criado em seu disco de estreia, e reafirma a proposta artística da cantora de unir música, literatura e performance em uma obra sobre liberdade, desejo e protagonismo.
Inspirado em Gabriela, Cravo e Canela, de Jorge Amado, o projeto estabelece um diálogo entre as personagens Gabriela, Maria Machadão e a trajetória da própria cantora Rudha. A partir dessas referências, a artista constroi uma leitura contemporânea sobre autonomia e sensualidade, transformando símbolos da literatura brasileira em uma narrativa sobre a liberdade de existir e ocupar o próprio espaço.
Animada, Rudha fala sobre o lançamento: “Minha vontade é traduzir a essência dessas narrativas do Jorge Amado para minha vivência, para o meu contexto social. Dar vida a esse álbum tem sido delicioso, agora bate aquela ansiedade boa de entregar todo o trabalho, ver como cada pessoa vai receber essa história”.
Estruturado em três atos: Faísca, Quente e Fogo, o álbum “Gabriela” acompanha diferentes fases do desejo, do afeto e da auto descoberta. Agora, as inéditas “Na Sua Cara”, “Bataclan” e “Movimento” expandem esse universo, reforçando o conceito do projeto e aprofundando seus temas centrais.
“Senti a necessidade de voltar ao álbum porque queria trazer mais uma narrativa. Bataclan é sinônimo de liberdade sexual e de autonomia feminina”, reitera Rudha sobre as novas músicas.
Misturando pop alternativo com referências à cultura brasileira, Rudha desenvolve uma linguagem artística que também passa pela moda, pela dança e pelas artes visuais. O resultado é uma obra que ultrapassa o formato de um álbum musical e propõe uma experiência estética completa.
Sobre Rudha
Artista trans de São Paulo, Rudha iniciou sua carreira em 2020, transformando seu processo de descoberta e afirmação de identidade em combustível para a criação artística. Em 2026, lançou “Gabriela”, seu primeiro álbum de estúdio, inspirado na obra de Jorge Amado. Assim como a protagonista do romance, a cantora reivindica o direito de ser, amar e existir com liberdade, fazendo da própria vivência um manifesto de autonomia e amor-próprio.
Sua trajetória também se destaca pela atuação na cena cultural LGBTQIAPN+. Entre os principais momentos estão a criação do Baile Garota Canela, realizado em espaços culturais das zonas Sul e Oeste de São Paulo; a audição de Gabriela no estúdio do produtor musical Guga Stroeter; e a apresentação na Parada LGBTQIAPN+ de Taboão da Serra, representando o Coletivo Emfrente.
Ao ampliar o universo de seu disco de estreia com “Gabriela: Bataclan”, , Rudha reafirma sua proposta de construir, por meio da música, uma narrativa em que representatividade, arte e liberdade caminham juntas.
Você pode ouvir e fazer pré save aqui. O disco estará disponível em todas as plataformas digitais dia 16 de julho.
