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Após ser preso, Salvador da Rima é agredido pela polícia em vídeo

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salvador da rima vídeo agradido
Foto: Divulgação

Salvador da Rima vem passando por problemas, e neste sábado (27) o jovem virou assunto na internet após ser brutalmente agredido pela polícia em vídeos que circula na internet. Ele é um dos grandes nomes da cena do Funk paulista .

No vídeo, Salvador da Rima aparece sendo tirado de dentro de casa de forma extremamente agressiva por um grupo de policiais, o jovem aparece sem reação com as roupas rasgadas, apenas oferecendo alguma resistência. Salvador é então jogado em cima de um veículo da polícia, enquanto sua namorada tenta defendê-lo.

Outros amigos e associados do artista também aparecem no vídeo que até então não sabemos de todo o contexto. Algumas pessoas  que estavam no local estão dizendo que Salvador teria xingado os policiais e também chamado eles de “Coxinha” enquanto também indicam que ele foi levado pela viatura, mas até o momento não chegou na delegacia.

Salvador da Rima se destaca em parcerias, de batalhas de rap na rua a hit de funk com Alok

Gabriel Salvador pensou em virar MC aos 15 anos, quando descobriu as batalhas de rimas de rappers na Zona Leste de São Paulo. Ele virou o Salvador da Rima e se criou no terreno fértil entre o rap e o funk paulista. Hoje, aos 19 anos, já emplacou várias parcerias de sucesso.

O artista estourou na cena de SP com o funk coletivo “Vergonha pra mídia”, lançado em abril de 2020. Um sucesso maior ainda veio no fim do ano: “Cracolândia”, parceria com o DJ Alok, Djay W e os MCs Hariel, Davi, Ryan SP.

O estilo combativo de Salvador da Rima é herdado dos Racionais MCs e renovado pela popular batida do funk de SP.

Sobre “Cracolândia”, ele diz: “A ideia era falar sobre as coisas que podem iludir a gente que mora na comunidade. O Brasil em que a gente vive tem uma realidade difícil, onde o crime e as drogas são presentes no nosso dia a dia e aparecem como uma ilusão. A gente fez um som consciente e o pessoal abraçou.”

“O impacto de uma música como essa é muito grande para mim, faz diferença mesmo. Outro hit pode até bater o mesmo número, mas não muda a sua carreira como ‘Cracolândia’, e também ‘Vergonha pra mídia'”, ele defende.

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