Poucos dias depois de abrir ao público um lado até então pouco conhecido de sua trajetória com o álbum “VICTOR” (10/07), Victor Ruiz apresenta nesta quinta-feira, 23, “Don’t Mess With Us”, colaboração inédita com a produtora alemã Kaufmann pela VOLTA, seu próprio selo.
O lançamento marca o reencontro do artista com a sonoridade que o consolidou entre os principais nomes do techno – um peak time intenso, energético e pensado para incendiar as pistas.
Se “VICTOR” mergulhava em atmosferas introspectivas e transitava por gêneros como ambient, synth-pop, melodic house, electronica e drum’n’bass, “Don’t Mess With Us” é o retorno ao “lado A” do DJ: um techno de aproximadamente 130 BPM, carregado por linhas de baixo marcantes, tensão crescente, breaks cinematográficos e drops cheios de energia.
Considerada por Victor uma de suas produtoras favoritas da atualidade, Kaufmann vem se destacando por desenvolver uma linguagem própria, misturando elementos de techno e psytrance com personalidade e identidade sonora. Admirador de seu trabalho, Victor fez o convite para a parceria.
“A Kaufmann tem um estilo muito próprio, uma mistura de techno e psy que eu gosto demais. Sou muito fã do som dela e perguntei se ela toparia fazer uma colaboração. Felizmente ela aceitou, e o resultado ficou exatamente como eu imaginava”, comenta.
Mesmo vivendo em países diferentes, os dois encontraram na troca remota uma dinâmica criativa eficiente. Construíram a faixa refinando ideias até chegarem a uma versão que preservasse as características individuais de cada um.
“O processo foi muito fluido. Fomos enviando o projeto um para o outro algumas vezes até chegarmos ao resultado final. Acho que é uma música que tem bastante a cara dos dois: autêntica e energética”, completa.
Em pleno ano em que celebra duas décadas de trajetória, Victor Ruiz vive uma rara combinação entre liberdade criativa e reconhecimento comercial. Enquanto “VICTOR” revelou sua faceta mais sensível e experimental, “Don’t Mess With Us” reafirma a força do produtor nas pistas, mostrando que transitar entre universos musicais distintos não significa abandonar suas raízes.
Antes mesmo de seu lançamento oficial, a nova faixa já recebeu suporte de alguns dos principais nomes da cena eletrônica internacional, como Adam Beyer, Bart Skils, Pan-Pot, Lilly Palmer, Monika Kruse, Nicole Moudaber, Space 92, Joyhauser e Danny Avila – um indicativo do potencial da produção para dominar os clubes e festivais nos próximos meses.
Sobre Victor Ruiz
Enraizado no techno, mas expandindo sua sonoridade de forma fluida por todo o espectro da música eletrônica, Victor Ruiz é um artista que rompe fronteiras. Nascido no Brasil e atualmente baseado em Portugal, mantém presença constante na cena global desde 2012 e é amplamente reconhecido por suas performances hipnotizantes como DJ.
Sua trajetória internacional passa por clubes na Alemanha, Reino Unido e Japão, além de palcos nos Estados Unidos, Brasil e Austrália, tendo se apresentado em festivais como EDC Las Vegas, Tomorrowland, Awakenings, Time Warp, Lollapalooza, Boom Festival e Fusion Festival.
No estúdio, demonstra a mesma consistência, lançando uma sequência de produções eletrônicas de alto nível que refletem sua assinatura marcada pela musicalidade e energia. Conhecido por suas produções e pelo seu som característico, acumula lançamentos por selos como Drumcode, Arcane, mau5trap, Armada Music, Insomniac e Global Underground. Também lidera a VOLTA, seu próprio selo e plataforma para artistas alinhados à sua visão, que esteve entre as dez labels de techno mais vendidas no último ano.
Grande defensor do poder das colaborações, já trabalhou com alguns dos nomes mais relevantes e interessantes da música eletrônica, como Alok, Boris Brejcha, Reinier Zonneveld, SIDEPIECE, Alex Stein, Freedom Fighters e Perry Farrell, do Jane’s Addiction. Também assinou remixes para artistas como deadmau5, Astrix, Stephan Bodzin, Oliver Huntemann, Liquid Soul e o próprio Boris Brejcha, entre outros.
Com raízes profundas na cultura rave, sua música busca mover as pessoas física e emocionalmente. Victor Ruiz não é apenas techno. Ele é um gênero próprio.

Victor Ruiz
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