Anima Mea lança álbum “Pleonasmo Redundante”, mostrando seu lado romântico na MPB mesclada com Samba e Pop Rock

Anima Mea
Créditos: Divulgação – Banda Anima Mea

O trio mineiro Anima Mea está de volta com sua sonoridade brasileira renovada em “Pleonasmo Redundante”. O novo álbum que estreia nesta sexta-feira (19), conta com nove faixas inéditas e uma releitura de seu grande sucesso “Paraíso”. Após quatro anos lançando apenas singles para os mais de 100 mil ouvintes no Spotify, a banda renasce com uma nova pegada romântica acompanhada da mistura de MPB tradicional, Samba e Pop Rock, inspirada no ritmo de artistas como Chico Buarque, Sérgio Mendes e Gal Costa nas décadas de 70 e 80.



Formada pelo vocalista Dani Valadão, o baixista Sidney Braga e o guitarrista Ronilsinho Moreno, a banda surgiu em 2017, mas sua história começou nos anos 90, quando Dani e Sid, amigos de adolescência, tocavam juntos em uma banda. Ambos admiravam Ronilsinho, músico que tocava nos pubs de Divinópolis (MG). Após quase 20 anos, se reencontraram e criaram o Anima Mea, com Ronilsinho se juntando ao duo. Após três álbuns lançados, alcançaram sucesso com “Feliz Aniversário”, a música de aniversário mais popular nos reels do Brasil, com mais de 50 milhões de streams nas plataformas.

Neste ano, o trio entra em uma nova fase com o lançamento de “Pleonasmo Redundante”, trazendo o amor como tema central das composições. Cada faixa explora diferentes perspectivas do sentimento, refletindo sua complexidade. O título do álbum foi inspirado na música que deu início ao projeto: “É um nome intrigante e instigante. Por que promover uma redundância usando um termo que já significa ‘redundância’? Porque, considerado como um todo, o álbum é uma grande redundância do amor”, compartilha a banda.



A produção do álbum contou com a colaboração de diversos compositores e musicistas da cena independente, enriquecendo o resultado e movimentando o cenário musical. Entre as 10 faixas, a banda destaca três que prometem conquistar o público: “Vem Ficar Comigo”, “Vez em Quando” e uma versão acústica de “Paraíso”, uma das canções mais populares do Anima Mea no Spotify. O projeto é uma resposta ao desejo de criar algo mais completo e conceitual, depois de anos lançando apenas singles.

Após uma sequência de sucessos como “Pirâmide”“Sujeito de Sorte” (releitura de Belchior), “Cabelo Ondulado” e a recriação de “Ritual” (clássico de Cazuza), o Anima Mea reverbera a música brasileira em “Pleonasmo Redundante”. O álbum estreia nas principais plataformas digitais no próximo dia 19, destacando traços de esperança no amor. “Nossas letras não são precisamente otimistas, mas sim realistas com temperos de esperança. Esse é o traço mais marcante e que nos diferencia de muitos artistas contemporâneos”, concluem.

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Publicado por Gustavo Neves

Gustavo Neves, jornalista e especialista em marketing, produção de conteúdo e definição de linha editorial, possui vasta experiência na realização de entrevistas, organização de coberturas de eventos, gerenciamento de redes sociais e coordenação da equipe. E-mail: [email protected]