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Música

AlterMauz e Kafé lançam EP “Sideral” inspirado no magnetismo e ciclos dos relacionamentos

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Explorando efeitos e ritmos eletrônicos em atmosfera cósmica, a produção arrojada do pop eletrônico de AlterMauz harmoniza com o talento do cantor e compositor baiano Kafé neste primeiro EP da parceria.

Com pegada pop dançante, “Sideral” energiza o corpo ao mesmo passo em que incita a imaginação com as 3 faixas-crônicas, que dialogam entre si. Em fragmentos independentes que se conectam, as músicas refletem sobre o processo de atração e afastamento dos corpos humanos e dos corpos celestes.

“Conheci o Kafé quando fomos selecionados pelo Youtube NextUp, entre milhares de artistas, para participar da primeira turma de uma vivência de cursos e mentoria do Youtube no Rio de Janeiro. Desde lá, a nossa parceria artística tem acontecido de forma muito orgânica, tendo nesse EP, o resultado dessa conexão. Em “Sideral”, a química de produção foi bem fluída e rápida. Cada um colocou sua melhor versão sobre a temática do Cosmos, que é um assunto que desperta bastante interesse em nós dois”, conta o produtor AlterMauz.

Tudo começa em “Órbita”. A primeira faixa fala sobre a aproximação de duas pessoas em todas as dimensões físicas, emocionais e celestiais. Fluída e pra cima, a música conta sobre o processo magnético e quase hipnótico do início das relações. Logo após, “Prelúdio” é o interlúdio entre as duas faixas; cheia de efeitos especiais, a pausa traz uma fala sintética que anuncia que “dois corpos celestes foram atraídos pela alta gravidade de ambos e colidiu fortemente um com o outro, despedaçando-se […]”; E então, despedaçados, assim como as pessoas se sentem no fim da relação, esses corpos encontram o recomeço em “Colisão”, uma faixa pop eletrônica feita para dançar e elevar as dores à um novo entendimento otimista: o da evolução por trás de todo o fim, que é só um convite pra uma nova dança, o recomeço e novo ciclo. “

“Colisão fecha com essa mensagem de entendimento dos choques. Nenhuma energia do cosmos se perde, toda energia se transforma. O sentimento de melancolia não é tão necessário depois que a gente observa os finais de ciclo e entende que eles fazem parte de uma história que precisava acontecer. Quem sabe depois das colisões possam ter outras órbitas, com abertura para outros ciclos. A mensagem é essa”, conta o compositor Kafé.

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