The Bankes Brothers canalizam esperança e saudade no acolhedor single de indie rock “Aaliyah”

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Créditos da imagem: Divulgação

A banda de indie rock The Bankes Brothers, de Victoria, na Colúmbia Britânica, compartilha “Aaliyah”, um novo single caloroso e melódico que transforma devoção pessoal em algo universalmente cativante. Construída sobre violões dedilhados, melodias grandiosas e letras sinceras, a faixa retrata o sentimento de manter a esperança enquanto enfrenta a distância, a incerteza e a passagem do tempo. Ao mesmo tempo íntima e inspiradora, “Aaliyah” mostra a banda entregando uma de suas gravações mais emocionalmente sinceras até hoje.



A música começou a tomar forma muito antes de receber seu título. Inicialmente escrita a partir de uma sequência de acordes e diferentes seções musicais, “Aaliyah” existiu por bastante tempo sem um elemento central definido. Uma letra provisória, “farewell Maria”, ocupava o espaço onde mais tarde surgiria o refrão principal, mas nunca pareceu a escolha certa.

“Só quando minha namorada comentou que gostaria de se chamar Aaliyah, porque acha esse um nome tão bonito, tudo fez sentido e a música finalmente se encaixou. No fim, a canção é dedicada a ela”, explica Nelson Bankes.



No coração de “Aaliyah” está o otimismo que há muito tempo orienta o processo de composição dos The Bankes Brothers. Embora muitas de suas músicas abordem temas como incerteza, crescimento e mudança, elas costumam chegar a um lugar de resiliência, em vez de derrota.

“Escrever músicas sempre foi algo muito terapêutico para mim”, conta Nelson. “Espero que as pessoas ouçam nossas canções e sintam esse otimismo. Já existem emoções negativas demais no mundo. Não queremos colocar ainda mais delas por aí.”

Essa sensação de acolhimento também esteve presente durante as gravações. Trabalhando ao lado do renomado produtor Gus van Go, a banda passou bastante tempo procurando o timbre ideal de violão para sustentar o delicado arranjo dedilhado da música. Depois de testar vários instrumentos, a resposta surgiu de forma inesperada.

“Provavelmente experimentamos dois ou três violões de som limpo antes de Gus tirar um velho Gibson da prateleira, ainda com cordas empoeiradas”, relembra Nelson. “Aquele som levemente abafado parecia perfeito para essa música. Era como tocar o violão da família, com cordas que não são trocadas há uns dez anos.”

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Publicado por Gustavo Neves

Gustavo Neves, jornalista e especialista em marketing, produção de conteúdo e definição de linha editorial, possui vasta experiência na realização de entrevistas, organização de coberturas de eventos, gerenciamento de redes sociais e coordenação da equipe. E-mail: [email protected]